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Arthrodiastasis for Perthes Disease - Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital Garcia de Orta explica técnica para tratamento da doença
sábado, 25 de abril de 2009
Exames complementares
Radiografia
A maioria dos casos são suficientemente bem conduzidos com auxílio de boas radiografias em incidências ântero-posterior. Os sinais radiográficos mais precoces são da Doença de Legg-Calvé-Perthes são a diminuição da altura do núcleo epifisiário com conseqüente aumento indireto do espaço articular e a fratura subcondral, melhor vista na incidência de Lauenstein. É importante avaliar na evolução radiográfica a extensão do comprimento do núcleo epifisiário, presença de envolvimento metafisário, bem como sinais de "cabeça em risco". (Soni, Valenza e Schelle, 2004).
Para Hebert (2004) no início da doença, pode-se notar uma erosão pequena e limitada na periferia do núcleo cefálico ossificado, inclusive com pequena irregularidade. Entretanto, quando em uma fase ainda muito inicial, percebe-se apenas uma certa osteoporose em comparação com o outro quadril e afastamento da cabeça do fêmur em relação ao acetábulo. As imagens podem ser de difícil visualização porque os achados são totalmente isolados. A imagem radiográfica é característica porque o núcleo cefálico se fragmenta progressivamente. Primeiramente a epífise se danifica, se tornando, posteriormente, irregular e até fragmentada. A seguir, aparecem os geodos isquêmicos. A metáfise freqüentemente está afetada pelo processo. Quando a fragmentação alcança seu grau mais avançado e chega ao aspecto mais clássico de coxa plana, a cabeça do fêmur está aplanada, achatada. Depois vem a fase de reparação, de reorganização do núcleo ósseo cefálico. Ele se recupera progressivamente em sua forma, com contorno e circunferância, ainda que a altura continue diminuída. Dessa forma, sucedem-se destruição e reconstrução para alcançar um equilíbrio articular satisfatório e congruente que permita um futuro mecânico o mais adequado possível.
Fonte: www.fisioweb.com.br
Para Hebert (2004) no início da doença, pode-se notar uma erosão pequena e limitada na periferia do núcleo cefálico ossificado, inclusive com pequena irregularidade. Entretanto, quando em uma fase ainda muito inicial, percebe-se apenas uma certa osteoporose em comparação com o outro quadril e afastamento da cabeça do fêmur em relação ao acetábulo. As imagens podem ser de difícil visualização porque os achados são totalmente isolados. A imagem radiográfica é característica porque o núcleo cefálico se fragmenta progressivamente. Primeiramente a epífise se danifica, se tornando, posteriormente, irregular e até fragmentada. A seguir, aparecem os geodos isquêmicos. A metáfise freqüentemente está afetada pelo processo. Quando a fragmentação alcança seu grau mais avançado e chega ao aspecto mais clássico de coxa plana, a cabeça do fêmur está aplanada, achatada. Depois vem a fase de reparação, de reorganização do núcleo ósseo cefálico. Ele se recupera progressivamente em sua forma, com contorno e circunferância, ainda que a altura continue diminuída. Dessa forma, sucedem-se destruição e reconstrução para alcançar um equilíbrio articular satisfatório e congruente que permita um futuro mecânico o mais adequado possível.
Fonte: www.fisioweb.com.br
Artigos Científicos sobre doença de Legg Calvé Perthes
Doença de Legg-Calvé-Perthes: Uma Revisão
*Trabalho realizado por: Bárbara Timm Borges, Anderson V. Cattelan. Curso de fisioterapia da Universidade de Passo Fundo.
Tratamento da forma ativa da doença de Legg-Calvé-Perthes pela artrodíastase
*Trab. realiz. na Área de Pós-Grad. em Ortop. e Traumatol. da Fac. de Med. de Ribeirão Preto-USP.
A avaliação inicial de pacientes com doença de Legg-Calvé-Perthes internados
*Trabalho realizado no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade São Paulo (IOT – HC/FMUSP).
Doença de Legg-Calvé-Perthes: análise crítica da classificação de Salter-Thompson
*Trab. realiz. no Grupo de Ortop. Pediátr. do Dep. de Ortop. e Traumatol. da Fac. de Ciênc. Méd. da Santa Casa de Miseric. de São Paulo, Pav. “Fernandinho Simonsen” (Diretor: Prof. Dr. José Soares Hungria Neto).
Osteotomia de Salter no tratamento da doença de Legg-Calvé-Perthes: fixação com pinos rosqueados e não utilização de imobilização gessada”
*Trab, realiz. no Dep. de Ortop. e Traumatol. da Esc. Paul. de Med. – Setor de Ortop, Pediátr. (Serv. do Prof. José Laredo Filho).
*Trabalho realizado por: Bárbara Timm Borges, Anderson V. Cattelan. Curso de fisioterapia da Universidade de Passo Fundo.
Tratamento da forma ativa da doença de Legg-Calvé-Perthes pela artrodíastase
*Trab. realiz. na Área de Pós-Grad. em Ortop. e Traumatol. da Fac. de Med. de Ribeirão Preto-USP.
A avaliação inicial de pacientes com doença de Legg-Calvé-Perthes internados
*Trabalho realizado no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade São Paulo (IOT – HC/FMUSP).
Doença de Legg-Calvé-Perthes: análise crítica da classificação de Salter-Thompson
*Trab. realiz. no Grupo de Ortop. Pediátr. do Dep. de Ortop. e Traumatol. da Fac. de Ciênc. Méd. da Santa Casa de Miseric. de São Paulo, Pav. “Fernandinho Simonsen” (Diretor: Prof. Dr. José Soares Hungria Neto).
Osteotomia de Salter no tratamento da doença de Legg-Calvé-Perthes: fixação com pinos rosqueados e não utilização de imobilização gessada”
*Trab, realiz. no Dep. de Ortop. e Traumatol. da Esc. Paul. de Med. – Setor de Ortop, Pediátr. (Serv. do Prof. José Laredo Filho).
Quadro Clínico

Para Hebert (2004) essa condição quase sempre se manifesta pela claudicação, às vezes com dor e limitação de movimentos do quadril. Freqüentemente pode ocorrer apenas dor indefinida na coxa e joelho. A mobilidade do quadril está limitada e associada a uma contratura muscular antálgica. Existe atrofia da coxa e panturrilha e, mais tarde, até diminuição do comprimento do membro inferior afetado pelo achatamento da cabeça, pela fusão da cartilagem de crescimento e pela falta de estímulo para o crescimento, provocado pelo repouso do membro inferior afetado.
Segundo Soni, Valenza e Schelle (2004) as principais características clínicas são:
* Sexo masculino quatro a cinco vezes mais freqüente.
* Bilateralidade de 10 a 12%, geralmente em fases distintas de evolução.
* Sintomas de dor inguinal ou face anterior da coxa, ocasionalmente apresenta dor referida no joelho.
* Sinais de claudicação e limitação da abdução e rotação interna de quadril.
A dor, quando presente, habitualmente está relacionada à atividade, e é aliviada pelo repouso. Em decorrência de sua natureza branda, na maioria das vezes os pacientes não dão atenção até semanas ou meses depois do início clínico da moléstia, podendo provocar um atraso no diagnóstico (Weinstein e Buckwalter, 2000).
Fonte: www.fisioweb.com.br
Evolução
A Doença de legg-calvé-perthes progride por meio de quatro estágios definidos: (1) condensação; (2) fragmentação; (3) reossificação; e (4) remodelamento. Durante a fase inicial, uma porção da cabeça femoral torna-se necrótica e o crescimento ósseo cessa. O osso necrótico é reabsorvido e fragmentado; nesse momento inicia-se a revascularização da cabeça femoral. Durante o segundo estágio, a cabeça femoral freqüentemente torna-se deformada e o acetábulo torna-se mais raso em resposta às deformidades da cabeça femoral. Com a revascularização, a cabeça femoral começa a se ossificar novamente. Quando a cabeça femoral cresce, ocorre o remodelamento da cabeça femoral e acetábulo. O estágio da doença no momento do diagnóstico, o sexo da criança e sua idade do início da doença terão impacto no resultado final e na congruência da articulação do quadril. (Tecklin, 2002).
Fonte: www.fisioweb.com.br
O que causa?

A causa da necrose total ou parcial da epífise óssea da cabeça femoral imatura permanece obscura. As possíveis causas propostas incluem o desequilíbrio endócrino, trauma, inflamação, nutrição inadequada e fatores genéticos. A teoria mais popular é a deficiência da irrigação arterial da epífise, com múltiplos episódios de áreas isquêmicas.
Para Soni, Valenza e Schelle (2004) a verdadeira causa da Doença de Legg-Calvé-Perthes permanece indefinida. Vários fatores foram apresentados na literatura como prováveis responsáveis deste episódio, tais como:
* Anormalidades de coagulação
* Alteração do fluxo sangüíneo arterial (infartos ósseos múltiplos)
* Obstrução da drenagem venosa da epífise e colo femoral
* Trauma
* Desenvolvimento: crianças pequenas para a idade cronológica
* Hiper-reatividade da criança
* Influências genéticas
* Fatores nutricionais
Já para Hebert (2004) de todas as teorias (até agora não confirmadas) sobre a causa da doença, parece que a maior comprovação que se tem é quanto à relação com a isquemia do núcleo de ossificação da cabeça do fêmur e o hormônio do crescimento, tendo em vista a baixa estatura das crianças com a enfermidade.
* Anormalidades de coagulação
* Alteração do fluxo sangüíneo arterial (infartos ósseos múltiplos)
* Obstrução da drenagem venosa da epífise e colo femoral
* Trauma
* Desenvolvimento: crianças pequenas para a idade cronológica
* Hiper-reatividade da criança
* Influências genéticas
* Fatores nutricionais
Já para Hebert (2004) de todas as teorias (até agora não confirmadas) sobre a causa da doença, parece que a maior comprovação que se tem é quanto à relação com a isquemia do núcleo de ossificação da cabeça do fêmur e o hormônio do crescimento, tendo em vista a baixa estatura das crianças com a enfermidade.
A quem atinge?
Atinge mais o sexo masculino do que o feminino, numa relação de 5:1, apresentando-se na faixa etária de 4 a 9 anos.
Fonte: www.fisioweb.com.br
O que é

É uma necrose avascular da epífise óssea da cabeça femoral, acometendo seu núcleo de ossificação. É uma doença auto-limitada e idiopática.
Fonte: www.fisioweb.com.br
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